
Ao nada que sacode as folhas
Alimento de moscas
Os olhos já não abriam
Falso silêncio
Hora da agonia
A espera da espera
Do sangue que não cessa
No meu cantoCanto em reza
Um lamento
De choro contidoE calado
Pela alma
Pela destreza roubada
Pela fenda do olharQue já não abria